quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Relatório do 12º Seminário

Universidade Federal de Sergipe
Centro de Educação e Ciências Humanas
Departamento de História
Disciplina: Temas de Sergipe I
Professor: Antônio Lindvaldo Sousa



Local: Campus São Cristóvão -SE; Didática 3,Sala110
Dia: 22/11/2011
Horário: início-19:40 término-20:30
Tema do Seminário: García D'Ávila e a Colonização de Sergipe


Integrantes:
Crécia Maria
Jorge dos Santos
José Souza
Tony Alan

Objetivo:
-Conhecer a biografia de Garcia D'Ávila;
-Apresentar a importância da casa da Torre;
-Entender o papel de Garcia D'Ávila na colonização de Sergipe;

Recursos Utilizados:
-Painel;
-Notebook;
-Data Show;
-Vídeo;
-Folder;
-Apresentação Oral;

Como ocorreu:
O seminário teve início com o aluno Jorge fazendo uma breve introdução e apresentação dos componentes do grupo, em seguida foi apresentado um vídeo sobre a viagem à Garcia D'Ávila em que o professor Lindvaldo explana sobre a família e o Castelo Garcia D'Ávila, ótima idéia onde quem não foi a viagem pode assistir a explanação. O aluno falou sobre quem foi Garcia D'Ávila, sobre a chegada e sobre seus feitos .
Em seguida o aluno José Souza abordou a importância da casa da Torre (econônica, bélica e expansão de seus domínios), também nos trouxe curiosidades a respeito da família como a descendência de Diego Álvares -Caramuru e da índia Paraguaçu e importância em movimentos sociais como a Sabinada. A aluna Crécia falou sobre a colonização de Sergipe segundo à família Garcia D'Ávila. Por fim o aluno Tony falou sobre as nove gerações da família existente ao longa de 300 anos, apresentou cada uma delas e explicou quem foram, ele concluiu explicando sobre o declínio e seus motivos.

Relatória da visita técnica: Castelo Garcia D'Ávila - Bahia

No dia 19 de novembro de 2011, foi  realizada a segunda viagem da turma do 1° período do curso de História da Universidade Federal de Sergipe das disciplinas Temas e História de Sergipe I do professor Dr. Antônio Lindvaldo Sousa, à casa da Torre, Castelo Garcia D'Ávila em Mata de São João, onde hoje é um parque histórico. 
castelo Garcia D'Ávila (foto de Maria Aline Matos)
A saída dos dois ônibus foi as 5:00 horas da manhã do posto de Gasolina no bairro Jardins, passando pelo posto em frente da rodoviária Velha às 5:30 onde foi pego o restante dos alunos. Partimos aproximadamente umas 5:40 e chegamos â Garcia D'Ávila as 9:40. O Castelo é localizado na Bahia, à quatros horas de Aracaju.
Placa da entrada ao parque histórico (foto de Taís Alcântara)
Painel que se encontra dentro do parque histórico (foto de Maria Aline Matos)
A turma foi formada por alunos de diversos períodos de História, inclusive duas idosas do projeto da UFS da 3ª idade.Ao chegarmos, assistimos a explanação do professor sobre diversos temas sobre Garcia D'Ávila desde sua chegada em 1549 na expedição de Tomé de Souza, de quem era filho bastardo,como também do domínio do século XVI à XIX ( década de 40) a importância, influência de toda a família no território durante 300 anos e nove gerações até a decadência devido a ascensão do gado gaúcho, a seca sucessiva no período e movimentos sociais reivindicando terras. Abordou que hoje a propriedade não pertence a nenhum descendente da família, o proprietário é Otacílio Nunes.
Sobre o Castelo, pudemos entender que é um simbolo de poder e riqueza dos Garcia D'Ávila, também é investimento monumental, casa de forte com posição estratégica contra índios, franceses, holandeses na época. Tinha a função de moradia e defesa sendo o único no Brasil em estilo medieval.O seu tombamento ocorreu em 1938, e em 1980 houve um projeto de restauração ocorrido em três etapas de construção.
maquete (foto de Taís Alcântara)

Após a explanação, fomos ver a machete do Castelo e o próprio, todos analisamos suas ruínas tiramos fotos e em seguida nos reunimos abaixo da Gameleira centenária que se encontra no pátio arena onde falamos sobre nossas impressões e fizemos o abraço coletivo ao redor da árvore.
A visita se encerrou 13:30 no horário de Sergipe, fomos para o ônibus e seguimos para a Praia do Forte onde almoçamos e depois pudemos passear até as 16:20 quanto partimos em viagem de volta. Contudo, gostei muito da oportunidade de conhecer um local importante na história da conquista do território sergipano aprofundando meus conhecimentos e de meus colegas aprendidos em sala de aula.